03/08/2017

Nova Iorque - Hospedagem

 Continuando os posts sobre o melhor lugar do mundo, dessa vez vou dar dicas baseadas no que eu conheço para que você possa se instalar bem em Nova York, sem ter que vender um rim ou parte do fígado para isso.
 Piadas a parte, a Big Apple é sim uma das cidades mais caras para se hospedar que eu já fui. Mas é claro que precisamos considerar a lei da procura. Quanto maior, mais valorizado. E NYC é um destino que fala por si só.
 De qualquer forma não é preciso desanimar nem colocar isso como um impedimento de realizar seu sonho de conhecer NYC. Mesmo porque tudo vai depender do que você está disposto a gastar e se desprender também (sim, estou falando até de ter que utilizar um banheiro compartilhado).


Distritos de Nova York:

Primeiramente vamos entender os tais distritos de NYC para começarmos a planejar onde ficar.

A cidade de NYC é dividida em Brooklyn, Staten Island, Queens, Bronx e Manhattan

Distritos de NYC

Eu poderia fazer uma explicação de cada um dos distritos, que tem lá suas qualidades sim, mas pensando em ir para NYC, você pensa em ver o que tem em Manhattan. Não estou desmerecendo nenhum dos outros distritos (nem mesmo Staten Island que como podem ver no mapa, é bem longe), mas vamos focar em praticidade para sua viagem, até porque vocês vão ver quando falarmos de compras que a localização que se hospeda pode ser uma grande vantagem (ou não) se tratando de NYC. Sendo assim, vamos nos hospedar na maravilhosa Manhattan, combinado? Ok!


Bairros de Manhattan:

Para entender o mapa de Manhattan, além de seguir a ordem que eu expliquei no post anterior, você deve saber se situar nos bairros. Até porque mesmo na ilha, há lugares que eu não recomendaria se hospedar, como Chinatown por exemplo.

Ao olhar pra NYC você vai buscar os bairros que estão divididos em três grandes áreas:

1.       Uptown - acima da 54th street
2.       Midtown - entre a 54th e a 14th street (até a 59th ainda pode se considerar Midtown)
3.       Downtown - abaixo da 14th street 


Bairros de NYC

Pela mesma questão de distância e tempo para chegar nas principais atrações de Manhattan, caso escolha Uptown, não fique além do limite do Central Park que é a 110th street.


UPTOWN: Se sua escolha for Uptown, especialmente o lado Leste (Upper East Side), saiba que vai ficar em uma parte residencial bem sofisticada da ilha, e com certeza terá que desembolsar muito mais. Upper West Side também é considerado “fancy”, mas o lado leste é bem mais. 

Lincoln Center - Upper West Side

Na minha última ida a NYC eu fiquei em Lincoln Square e não poderia ser melhor. Ônibus e metrô muito próximos, bairro calmo, vista para o Central Park e para o Lincoln Center, dava para ir a pé até o Columbus Circle e com disposição até 5ª Avenida e Times Square e preço era super acessível.


MIDTOWN: Na minha opinião a melhor área a se escolher um bairro para se hospedar em toda a ilha. Tudo próximo (dá até para fazer várias coisas a pé e nem perceber o quanto andou, visto que a cidade é toda plana).
 Mas é aí que você precisa definir o que quer – conforto, praticidade ou preço!
 Se preza por quartos amplos, faz questão de ter o seu banheiro privativo, ou quer um café da manhã incluso na diária, saiba que tudo isso vai custar. E considerando que a cidade é cheia de pontos de compras enlouquecedores, eu acho que vale a pena abrir mão de algumas coisas para compensar em outras.
 Pensando dessa forma você consegue encontrar hospedagens em hotéis (albergues também) que variam entre 400 e 2000 reais a diária. Sim, 2 mil reais caso você queira um quarto amplo, com vista e blá blá blá! Isso independente da época do ano, visto que a cidade é lotada o ano todo. 

Midtown 
Não vou indicar por aqui nenhum hotel em específico para nenhuma dessas categorias, mas caso precisem de orientação, podem me chamar que ajudo.


DOWNTOWN: Apesar de ser uma área boa, falando de Manhattan é a que eu menos indicaria para ficar. Caso esteja indo à negócios esse será o local ideal, especialmente na ponta da ilha próximo a Wall Street.
 Evite de todas as formas escolher uma hospedagem nos arredores de Chinatown, Soho ou Bowery.  Com certeza você vai ter uma impressão de cidade suja, muvucada (no pior sentido da palavra), feia e até perigosa caso se hospede por lá.
 Motivo pelo qual, quando procurar hotéis, vai ver que os dessa área apresentam um preço mais atrativo. Mas nesse caso eu alerto: NÃO CAIA NESSA!
 Escolher qualquer um desses bairros, é o mesmo que vir para São Paulo e se hospedar na região da 25 de Março. Ou seja... receita de desastre! 

Chinatown

 Descendo um pouco mais você encontra o lado mais financeiro da ilha, onde o foco das hospedagens são hotéis com aspecto mais corporativo. Pode ser uma boa opção se você não se importar em se deslocar por no mínimo 25 minutos por trajeto (isso no metrô) para chegar na “bolha” que é Midtown. Vai estar próximo do World Trade Center, da Ferry que leva para a Estátua da Liberdade, e da Brooklyn Brigde. Mas em questão de valor não vai ter vantagem não! 

Downtown 

Em resumo. Se é um conselho que quer de onde procurar hotel em NYC para ter uma viagem proveitosa e agradável a minha dica é:

Procure em Midtown, lado Leste. Ficou ali é sucesso, especialmente se estiver próximo da Grand Central Station! 


 Evite 5ª Avenida (que além de absurdamente cara é cheia o tempo todo. E especialmente o entorno da Times Square (a menos que você não se importe em não dormir absolutamente nenhum segundo da viagem), pois o barulho e bagunça de lá são tão intensos por ser o ponto turístico mais visitado, que o momento que você precisar descansar vai ser o que menos vai conseguir!

Reforço que não me aprofundei em nomes de hotéis ou referências aqui no post. O que não significa que eu não conheça, portanto quaisquer dúvidas podem me chamar.

Até a próxima!



26/07/2017

Nova Iorque - Chegada e Transporte Público

Nova Iorque é uma das cidades mais incríveis que já conheci. E sem dúvida o lugar meu pedaço favorito do mundo!
Isso porque mistura, história, modernidade, sightseen, compras, arte e tudo que me fascina na vida urbana. 

Andar em Nova Iorque é se sentir em um filme o tempo todo, é impossível perder aquela sensação de fascínio, não importa onde você esteja. 

Por ser uma cidade com tantas coisas para se fazer e tantas opções de tornar a sua viagem mais produtiva e econômica, vou dividir essas dicas: 

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O principal aeroporto de NYC (e ouso dizer, do mundo <3), é o John F. Kennedy JFK. Que é moderno e muito fácil de se locomover, apesar dos seus vários terminais e com várias opções de transporte para a cidade, visto que ele fica em Jamaica. 

Os principais e mais frequentes vôos diretos do Brasil são saindo de São Paulo e  Rio de Janeiro.

Ao chegar no JFK, não espere uma fila de menos de 30 minutos na imigração (coloco essa observação pois já tive problemas com transfer que contratei antes de descobrir os macetes do metrô). 

Falando em metrô, esse para mim é um dos mais inteligentes e eficazes do mundo, além de ser o mais econômico. Logo no desembarque do JFK, procure pela sinalização que indica o Air Train. Esse é o trem que leva para a estação Jamaica, de onde você entra no metrô para seguir para Manhattan. 


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Por mais que você rode todos os terminais, desça sempre em Jamaica Station
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Fique atento pois você não paga nada para entrar no Air Train, e sim para sair! Esteja preparado com 5 dólares para comprar o bilhete ao lado da catraca de saída. Sem este você literalmente não tem como seguir em frente pelo transporte público.

                                                 
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Na máquina ou na banca de jornal que está do lado esquerdo das catracas você compra os cartões. 



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A melhor escolha sempre será o MetroCard de 7 dias
                                   

 Aproveite também para comprar o seu MetroCard. que ao contrário dos Bilhetes Únicos da vida aqui do Brasil, te dá opção de não ter que se preocupar em desembolsar com passagem durante 7 dias a contar da primeira utilização. Vale para ônibus, metrô e trem (toda a rede que tiver a sinalização MetroCard). 

                              Image result for jamaica station airtrain


CONEXÃO COM O METRÔ

Ao passar pela catraca, siga a sinalização que irá te indicar a linha E do metrô, onde você vai entrar utilizando o seu MetroCard (fique atento para não passar vergonha e tentar passar o cartão do Airtrain, visto que ele é válido apenas na catraca da foto acima e não tem como ser utilizado mais de uma vez).
Não desça essa escada, siga em frente no corredor e vire à esquerda para encontrar o elevador 

Siga em frente depois das catracas até se deparar com um corredor onde há uma escada rolante descendo à sua direita, e algumas lanchonetes à esquerda. 
Mantenha à esquerda e entrará num corredor com várias entradas para as linhas do trem. Passe todas elas até o final onde encontrará dois elevadores descendo. Entre  em um deles e já estará no corredor da foto abaixo. 
Seguir o fluxo ajuda, visto que a grande maioria das pessoas irá tomar o mesmo caminho.


 NÃO HÁ NECESSIDADE DE SAIR PARA A RUA. TODO ESSE TRAJETO VOCÊ FARÁ DENTRO DA ESTAÇÃO.
 CASO PEGUE UMA DAS SAÍDAS QUE TE LEVEM PARA A RUA, RECUE POIS VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO ERRADO!

 Entre no lado indicando "To Midtown Manhattan, Queens and Brooklyn"

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O trajeto é meio demorado, mas acredite... dependendo do trânsito que você pegue indo de táxi ou van, vai preferir mil vezes estar no metrô que pelo menos não para (e não tem surpresa no valor final rs). 

Entenda o mapa do metrô, baseado na localidade onde ficará hospedado, e siga a viagem até ter (ou não) que fazer alguma conexão. 


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Olhando da direita para a esquerda, você virá pela linha azul E - note que ela conecta todas as outras
Optar pelo metrô ao ir do JFK para Manhattan não é só mais econômico e prático, como mais inteligente, visto que você poderá ter domínio do tempo que levará para chegar ao seu destino. Sem contar com aquela sensação de já estar agindo como um New Yorker, visto que todos utilizam esse meio de transporte (porque funciona).

LOCOMOÇÃO NA CIDADE

Se encontrar no mapa pode parecer complicado, mas é só questão de marcar (em toda parte você encontra gratuitamente uma versão impressa dele) onde fica o seu hotel, e a estação mais próxima. Assim sucessivamente quando você já estiver saindo do hotel para os pontos da cidade. 

Manhattan é uma cidade muito bem projetada e fácil de se orientar. Ao entrar no metrô você já sabe se está indo para Uptown (parte de cima da cidade) ou Downtown (ponta da ilha - parte de baixo). 

Olhe para o mapa seguindo a lógica:
  • A cidade é praticamente 100% dividida em um enorme xadrez
  • Uptown (sobe a ilha)
  • Downtown (desce a ilha)
  • West Side (lado esquerdo da ilha)
  • East Side (lado direito da ilha)
  • As Avenidas estão na vertical
  • As ruas na horizontal

Alguns pontos turísticos (os principais), estão marcados no mapa do metrô também.
Seguindo essa lógica, caso você se perca pode aderir ao recurso humano mais antigo de todos, que em NYC pelo menos sempre funcionou comigo: PERGUNTE :)

É importante que você marque o endereço da sua hospedagem no mapa e decore a rua e avenida que ele está. Partindo daí, você sempre encontrará ajuda fácil em qualquer lugar da cidade. 

Evite os famosos táxis, visto que são super caros, você terá por uma questão cultural e ética que desembolsar uma gorjeta, e ainda vai ficar preso no trânsito enlouquecedor por muito mais tempo do que sua estadia possa permitir. 
Caso não queira se arriscar muito nos metrôs, há ônibus em todas as avenidas que seguem reto e te levam a pontos estratégicos da cidade. E o melhor de tudo é que podem ser pagos com o MetroCard também. 

Portanto aproveite ao máximo NYC. 

Outras dicas dessa cidade sensacional virão nos próximos posts, mas achei fundamental começar pelo deslocamento, visto que quebrei tanto a cara nas minhas primeiras idas por não ter tido ninguém para me orientar.

Qualquer dúvida ou sugestão de post sobre NYC, podem deixar nos comentários, que responderei com o maior prazer. 





16/04/2017

Santiago - Chile

Linda, surpreendente e emocionante!

Amar Santiago não é tarefa difícil, acreditem. Para quem mora em cidades como São Paulo ou Rio, o choque de organização, limpeza e praticidade é inevitável.

Como primeira postagem, resolvi falar sobre Santiago, que é uma cidade que demorei muito tempo para conhecer, visto que já havia visitado vários outros países antes de ir lá.

De Santiago você pode esperar muito mais do que vinhos chilenos (pra falar a verdade eu nem bebi quando estive lá). A tem um mix de história e modernidade que te faz suspirar e arregalar os olhos sem ter que andar muito.

Particularmente eu não tinha noção que na America do Sul eu poderia encontrar uma cidade tão evoluída e bela como Santiago. Por isso escolhi como primeira postagem.


Vamos começar pelo aeroporto. SCL - Arturo Merino Benítez com vôos diretos de São Paulo e do Rio de Janeiro
Simples, não muito longe da cidade, e  de fácil acesso à cidade.
Há ônibus no desembarque que levam para o centro, e no caminho para em frente a diversas estações de metrô.



Prefira os vôos durante o dia e se você não é adepto a sentar na janela, reconsidere sua posição quando for conhecer Santiago. A vista da Cordilheira dos Andes é deslumbrante, e o comandante informa que estamos nos aproximando.



HOSPEDAGEM
Ao escolher um lugar para se hospedar, as escolhas são inúmeras desde muito baratas até as de luxo, como em todas as grandes cidades.
O que percebi ao buscar um lugar para ficar, é que para quem não pretende gastar muito, as opções bem localizadas são inúmeras. Especialmente dos apartamentos (muitos até em prédios residenciais).

Baseado tanto nas pesquisas que fiz quanto no que vi em questão de localização quanto qualidade, sinta-se a vontade para escolher um local para ficar entre o Centro e o bairro de Providência.
Digo isso porque tanto no transporte público quanto de carro, para chegar de um a outro, você basicamente seguirá uma linha reta com várias atrações da cidade no caminho.

Eu escolhi ficar no centro, pois o hotel que encontrei ficava a passos do Palácio de La Moneda e do metrô. Sem contar que o valor que paguei foi muito atrativo!  :)

TRANSPORTE
A menos que você pretenda alugar um carro, o que eu não aconselho pois o valor do combustível não é dos mais atrativos, sem dúvida sua melhor opção será utilizar o metrô.
T-U-D-O de interessante em Santiago fica próximo de uma estação do metrô. As estações são práticas, limpas, algumas até muito bonitas e seguras.
Compre o cartão bip! que é o Bilhete Único deles e carregue de acordo com a rota que pretende seguir, pois as filas para carregar costumam ser meio longas.
O bip! funciona não só no metrô, mas também nos ônibus e trens da cidade (assim como o bilhete único rs).
(cartão bip!) 

ONDE COMER E VIDA NOTURNA

Misturando a vida noturna com a concentração dos restaurantes e bares mais legais de Santiago, minha sugestão definitivamente é o Bairro Bellavista. Lá você vai encontrar uma espécie de shopping chamado Patio Bellavista que é cheio de restaurantes e lojas de artesanato local. 
Também encontrará ótimos restaurantes nas ruas adjacentes ao pátio.


Falando de vida noturna, o Bairro Bellavista é sem dúvidas o mais badalado da cidade, com atrações para todos os gostos (inclusive para o público LGBT).

O único que não posso deixar de mencionar aqui, é o Como Agua Para Chocolate. Restaurante super famoso entre os Brasileiros que vão a Santiago, muito bonito, mas com um atendimento PÉSSIMO! 


COMPRAS

Como em toda cidade grande, as opções de compras são inúmeras, então vou tentar ser objetivo.
Santiago tem galerias no centro, artesanato local espalhado por toda a cidade, e caso você queira um super shopping com marcas ótimas (mas preços equiparados ao normal, nada mais barato), vá ao Costanera Center. 

A moeda local é o Peso Chileno, bem mais barato que o Real, mas não se engane pois os preços na grande maioria são equiparados então acaba dando no mesmo. O interessante é a variedade de coisas que você encontra para comprar a preços acessíveis. Mas como eu disse, não se engane pois Santiago não é um paraíso de compras como Miami ou Nova Iorque.

O maior arranha céu da America Latina, que além do shopping, tem um mirante que você pode subir e se encantar com a vista da cidade. Vale muito a pena, e o ingresso é bem barato! 

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PASSEIOS

Aproveitando a deixa do Costanera Center que desde sua construção se tornou ponto indispensável ao conhecer Santiago, vamos falar de alguns lugares que aos que vão pela primeira vez, não devem perder! 
Vou falar do que eu fui, com certeza Santiago tem muito mais pra se ver. Só que não é minha intenção tornar esse post infinito.

O primeiro e mais fácil de todos por localização e fácil acesso é o Palácio de la Moneda
 


Seguido de Moneda, você pode tirar fotos da Torre Entel, que durante à noite fica iluminada e muito bonita. A torre é praticamente impossível de passar despercebida, e fica a passos do Palácio de La Moneda.






Outro passeio muito legal também é o Cerro San Cristobal, que te dará uma vista panorâmica de Santiago, sensacional.
Mas prepare-se para subir muitos degraus a pé... portanto tênis confortáveis são a melhor escolha para esse passeio.
 


Caso goste de Museus, minha dica é o Museo Nacional de Bellas Artes. É bonito, não é cansativo, e é de graça :)





O meu conselho é definitivamente comprar um ticket do Hop On Hop Off Bus pois vai poder conhecer com calma todos os principais pontos turísticos, sem correr o risco de entrar em locais que não valham a pena, além de ouvir a história de cada ponto ao passar em frente dele.

Por último não posso fazer um post de Santiago sem falar do passeio imperdível que só vale a pena se você visitar a cidade no Outono e Inverno: O Valle Nevado!

Há diversos tours que te levam ao Valle Nevado, você pode comprar do Brasil ou até mesmo no centro da cidade. Sugiro comprar com antecedência em uma operadora de sua confiança para não ser vítima de golpes, como eu presenciei pessoas sendo.

Prepare o bolso para alugar as roupas especiais de neve (parada obrigatória dos tours andes de subir a cordilheira). Pensei antes de alugar, e ufa... ainda bem que não decidi economizar, pois a diversão na neve seria impossível sem essas roupas (especialmente as botas). Mas como eu disse, prepare-se pois por pessoa você irá gastar no mínimo uns 200 reais dependendo do equipamento que pegue.



No meio da subida há outra parada para você tomar um chá que segundo eles vai ajudar a não ficar tonto com a altura. Sinceramente eu não tomei e não senti falta... desci somente para tirar fotos!

Por fim você salta no Valle Nevado onde pode brincar na Neve e depois se quiser comer em um restaurante onde (como na maioria dos lugares na cidade) não adianta esperar um serviço cortez e gentil, porque não terá! Mas o que servem é bom e a experiência vale a pena.






Caso tenham alguma dúvida sobre o destino, podem me perguntar nos comentários que eu terei o maior prazer em responder!

Abraços